Autorama - Motor Mabuchi Latinha Caixa

Autorama - Motor Mabuchi Latinha Caixa

Autorama - Motor Mabuchi Latinha Caixa

R$7,00
Quantidade :

Motor leve, ideal para construção de carros de pista caseira.

A COR PODE VARIAR

Motores novos, porem retirados de outros brinquedos, com a mesma voltagem para autorama, cada dia mais esta dicicil de encontrar motores para os carrinhos, fabricantes não tem mais o produto, por isso adaptamos.. VALOR UNITARIO

O motor é de 6 volts. Ele funciona muito bem em pista caseira. Da uma durabilidade de 300 voltas.

VC PODE TRABALHAR COM UMA FONTE DE 6V CC EM SEU AUTORAMA, OU USAR UM MINI REGULADOR DE VOLTAGEM PARA ADAPTAÇÃO DO MOTOR À FONTE DO AUTORAMA QUE VC TEM!!! ( O REGULADOR DE VOLTAGEM FICA NO PRÓPRIO CARRINHO, ELE FUNCIONA COM SEMICONDUTORES)

ATENÇÃO, MOTORES COM ESTES, COM TERMINAIS DESTE TIPO, FUNCIONAM COM CONTATO DE COBRE, NÃO SÃO DE CARVÃO!!! NADA QUE DESABONE, MAS É BOM VC FICAR INFORMADO!!!

 

Historia do Autorama Bolha

No final da década de 50 e início da década de 60, os então automodelistas de competição com seus micro-modelos a controle remoto encontravam dificuldade na disputas, pois muitas vezes acabavam enroscados com os cordões umbilicais que ligavam os controladores (direção, aceleração e frenagem) aos seus micro-modelos. Baseados na observação do férro-modelismo, imaginaram criar a semelhança de trilhos, Fendas (Slots) que   servissem de guia para a direção de seus auto-modelos; criaram inicialmente pinos fixos nos chassis para seguir a fenda, e os contatos eram fixados   ao fundo dos mesmos chassis. Posteriormente,   adotaram sapatas móveis (pickup-shoes) com os contatos, já com cordoalhas fixados nas mesmas, o que permitiria aos contatos permanecerem alinhados com as tiras de cordoalhas fixas ao longo da pista. Para a transmissão da corrente elétrica, introduziram duas sapatas flexíveis (lâminas de latão ou niquelina) que entravam em contato com dois trilhos metálicos ligados aos controladores, reóstatos, que eram manejados pelos competidores. O sistema foi aperfeiçoado com a adoção da sapata móvel e a instalação de cordoalhas na pista, em substituição aos frisos metálicos.

 

O sistema foi se aperfeiçoando e muitos descobriram que as carenagens caseiras eram pesadas, então lançaram as bolhas em plástico mais leve para a competição em pistas de lojas.

Um nome a ser lembrado no cenário do Autorama brasileiro entre os anos de 60 e 80 foi o de Plínio Loureiro da Sebring. Na década de 60 não havia shopping center e as lojas concentravam-se no centro das cidades. Em 65 em São Paulo haviam as lojas da Mobral de Felicio Cavali, a Aerobrás de Shoji Ueno, a Paulo Marques, a precursora da Paraíso com Oswaldo e Roberto Ghuyotoku, a Mini Car de Arinto Cruz, o Lupatelli e a primeira loja com pista, a da Sebring na Conselheiro Nébias. Todas elas no Centro de São Paulo, que pouco depois teria a pista nova da Scorpius, com patrocínio da Estrela, e as pistas Marechal Deodoro, Adami e Caveira.

Além do pioneirismo, Plinio tinha muita habilidade em organizar corridas e sua loja era muito concorrida. Com o sucesso da Sebring, Plinio muda-se para a badalada Rua Augusta onde ainda viria a se instalar no "endereço mais prestigiado do automodelismo brasileiro", onde a Sebring chegou a ter duas lojas  instaladas próxima à Hi-Speed de Ivair e Rubens de Andrade.

Desta mesma época surgiu as Lojas Paraiso, muito conhecida em São Paulo.

Até 1963 os motores de slot cars eram basicamente os mesmos motores de 5 polos usados em ferromodelismo, com muito torque e pouca velocidade, sendo o melhor deles o Pittman 196-B. Neste ano a Mabuchi japonesa lançou o motor FT16-D, produzido em massa para equipar os carros que vinham sendo produzidos. Estes motores eram de 3 polos e trabalhavam numa faixa de velocidade significativamente maior. Quando estes motores começaram a ser rebobinados para melhorar sua performance percebeu-se que o desbalanceamento era um fator que limitava muito o rendimento. O balanceamento era inicialmente feito estaticamente mas já no meio da década de 60 surgiram os serviços de balanceamento dinâmico em dois planos, sendo um dos mais populares o oferecido pela Champion.

Até 66 os preparadores de motores usavam os mesmos motores Mabuchi como motor base. Em 67 a Champion tem grande sucesso com a introdução de um motor inteiramente americano o 517, com materiais da caixa e do cabeçote de qualidade superior, disponibilidade de armaduras de diferentes bitolas de fio e os imãs Arco33. A Mura não demorou a responder lançando o Mura Classe A em diferentes versões desde o Mura 1000 com induzido Mabuchi ao Cuckras que era uma versão de competição com laminações da armadura em aço silício de .007" de espessura. A caixa do Classe A foi copiada pela Oxford do Brasil que produzia os motores para a Estrela. Nos anos seguintes a Mura lançou o Classe B que era mais baixo, com espessura de caixa muito grande, pesado e com pouca aceitação. Finalmente a Mura lançou o Classe C cujo setup talvez tenha sido o mais conhecido e duradouro do slot car, perdurando até os dias de hoje

 

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